Yuck é do caralho, uma das melhores bandas que eu ouvi recentemente. Foi culpa do amigo Diego Maia, que certa vez apareceu com a recomendação no Twitter seguido de referências marotas para ver o vídeo e downloadear a álbum. Confesso que assisti ao vídeo mas deixei passar o download, mas não foi por falta de vontade: a aba do Megaupload foi vitimada pelo meu TDAH e todas as abas do navegador que eu abri em seguida. [..]
O Rio está lentamente recuperando-se da névoa do carnaval, com olheiras gigantes e tentando lembrar-se como exatamente acabou com a calça de frente para trás antes de desmaiar.
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Quando soltei o câmbio e comecei a embicar o carro para o portão daquela casa a 200m da praia que banha Pau Amarelo, assim como Janga, Olinda e o Recife, quatro perninhas – duas miúdas e as outras já fortinhas – trotaram de dentro da casa aos berros de “TIAAAAAAA!”. Eram as sobrinhas, junto com os cachorros, junto com os irmãos, junto com a mãe.
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Tinha alguma coisa me deixando um pouco desconcertado nesse negócio de ir para a Argentina por uns três dias com um dos meus meus irmãos, o Mariano, e ver Queens Of The Stone Age e Rage Against The Machine na mesma noite. Antes de embarcar até estava sentindo uma pequena ansiedade. Capaz de tudo ser uma merda e eu voltar mais cansado do que fui. Bem capaz.
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“Filho, sabe o Toninho, ali do bairro da igreja, que de vez em quando aparece lá? Então, me contou que alguns meninos conhecidos foram mortos, em um bar, essa semana. Chegaram metralhando tudo e eles foram mortos, junto com vários outros inocentes, pelo visto.”
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“…purgatório da beleza e do caos”, já havia profetizado Fernanda Abreu. Profetizou pra mim, já que é um pouco óbvia a constatação. Basta ousar sair na rua e você sente o caos. Dirigindo, tentando pegar um ônibus ou querendo atravessar a cidade de metrô. E não vale falar na Barra da Tijuca, que aquilo ali não pode ser considerado “estou na cidade do Rio de Janeiro”. Até o Foursquare deveria rever isso, mas OK, prossigamos.
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Já ensaiei o início desse texto de uns três jeitos diferentes, pelo menos. Um deles falava sobre como eu gosto de fazer turismo quando viajo, de um jeito mais relax, sem me preocupar muito com os “Você tem que visitar tal lugar”. O outro tentava explicar o quanto Buenos Aires fez bem para mim, sem melodramatizar ou algo do gênero, apenas pela experiência incrível que foi viajar para lá. O terceiro era um sobre a NFL, que começou a temporada na semana passada, não tem nada a ver com a minha viagem, estava cansado, já tinha desistido de falar dela, mas esse ficou para daqui alguns dias.
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